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E.D.A.O

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E.D.A.O Sub-grupos

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Metas

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Curva Normal

O conhecimento desta distribuição de probabilidades se deve a Abraham de Moivre (1667-1754) que, em 1733, apresentou a função que a representa. Tratava-se até então de um exercício teórico, sem aplicação prática. J. Bernoulli (1654-1705) acreditava que poderia haver aplicação na área da economia. No entanto, o uso desses conhecimentos na prática se deve a Pierre Simon Laplace (1749-1827), na França e a Johan K. F. Gauss (1777-1855) na Alemanha. O nome “Curva de Gauss” se deve à suposição de que Gauss tivesse sido a primeira pessoa a fazer uso de suas propriedades. No entanto, em 1924, Karl Pearson reafirmou o papel fundamental de Abraham de Moivre.

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Curva Sazonal

O esboço da curva sazonal de oscilação do humor nos serve para compreender, por meio de nossos altos e baixos, nossas atitudes e hábitos, a intensidade da onda (euforia, depressão), sua amplitude (duração do sentimento e de cada etapa), e oscilação (frequência semanal ou mensal ou anual das repetições).

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Repetições

Segundo a teoria freudiana, nós somos marcados pela nossa criação de maneira inevitável. O pai e a mãe influenciam na personalidade do filho, segundo uma forma que expressa o limite, por exemplo: gritando, ameaçando e protegendo. Fazendo uma metáfora, costumo dizer que Deus nos dá o sopro da vida no ventre de nossa mãe. Os pais nos dão CIC, RG e certidão de nascimento dentro da sociedade, com os quais apenas cada um de nós pode nascer e existir. A psicoterapia leva ao autoconhecimento, que tem o propósito de trazer a consciência do que você quer e de suas repetições. Para isto, o esboço abaixo serve como um organizador, no qual você nomeará os sentimentos, características e posturas de cada etapa de seu ciclo.

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Mecanismo de Defesa do Ego

Freud reconhecia a existência de outros mecanismos de defesa, porém dedicou a maior parte de sua atenção à repressão. Arma, filha de Freud, em sua obra memorável, O Ego e os Mecanismos de Defesa (A. Freud, 1936/1946), ampliou o trabalho do pai descrevendo detalhadamente nove mecanismos de defesa específicos: regressão, formação reativa, anulação, introjeção, identificação, projeção, voltar-se contra si próprio, reversão e sublimação. Ainda mais importante era o reconhecimento das implicações que a observação atenta da operação defensiva do ego teria para o tratamento. O psicanalista não poderia mais simplesmente desvendar os desejos inaceitáveis provenientes do id. Era preciso que fosse dada igual atenção às vicissitudes dos esforços defensivos empreendidos pelo ego, que se manifestariam como resistências ao tratamento. Ao desviar a ênfase da psicanálise das pulsaçõespara as defesas do ego, Arma Freud antecipou o movimento da psicanálise e da psiquiatria lâmica de afastamento da formação do sintoma neurótico rumo à patologia do caráter. Atualmente, definimos em parte muitas formas de transtorno de personalidade de acordo com suas operações defensivas típicas. Por conseguinte, o psiquiatra dinâmico precisa estar inteiramente familiarizado com um amplo espectro de mecanismos de defesa devido à sua utilidade na compreensão tanto dos problemas neuróticos, quanto dos transtornos de personalidade. Todas as defesas possuem em comum a proteção do ego contra as demandas instintivas do id (S. Freud, 1926/1959). Alguns dos principais mecanismos de defesa neuróticos são repressão, deslocamento, formação reativa, isolamento do afeto, anulação, somatização e conversão.

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Critérios de Aproximação

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Critérios de Importância

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Aspectos Psicanaliticos

Compreender o “sentimento encoberto” na alma do individuo que o motiva a agir em busca de sua realização no mundo, que será frustrada por algum motivo. A impossibilidade desta realização por determinado bloqueio, seja um valor moral conflitante ou certa impossibilidade adaptativa, mantem esta “energia libidinal”, ou intenção latente dentro da alma deste cliente. Esta energia latente contida em sua alma irá buscar uma maneira de se manifestar no mundo. Esta manifestação é o sintoma, e são eles: 01- Somática 02- Atuação 03- Negação 04- Projeção 05- Descolcamento 06- Xiste 07- Sonho 08- Ato falho 09- Humor 10- Arte 11- Pensamentos Produtivos 12- Contemplação

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Anaminese

Anaminese, S.F. Anaminesia (a forma anaminese é mais comum no meio médico). Anaminesia, S.F. (RET.) é o ato de fingir recordar algo que se esqueceu, reminiscência; (Med.) Informação sobre o princípio e evolução de uma doença até a primeira observação do médico. O mesmo que anaminese. Portanto, a anaminese na prática psicoterapêutica é a abordagem de diferentes questões: a Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada, os aspectos fenomenológicos nos quais o indivíduo está inserido, o aspecto psicanalítico que forma a compreensão da queixa. A ideia é oferecer intervenções adequadas ao processo de transformação e autoconhecimento.

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E.A.A.S

Wilson Montiel é psicoterapeuta de adolescentes, adultos e casais atendendo em psicoterapia breve de abordagem psicodinâmica, cognitiva de base psicanalítica. Licenciado para: Diagnóstico Psicológico, Psicoterapia individual, Psicoterapia em casal, Psicoterapia familiar, Psicoterapia em grupo e mediação.

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Aconselhamento de Carreira

O objetivo é ajudá-lo a formar conceitos sobre identidade profissional, criando um plano de ação viável e avaliando seus resultados. Trata-se de um trabalho mais voltado para a área vocacional de Recursos Humanos do que propriamente clínico. Serão dois encontros com o consultor de carreira e dois encontros técnicos para reestruturar e criar um currículo interativo virtual em linguagem HTML. No primeiro deles, o psicólogo vai identificar o problema e ajudar o indivíduo a encontrar soluções para a questão. No segundo encontro, o profissional irá avaliar se o plano de ação traçado na primeira visita foi colocado em prática.

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Grade de Horários Semanal

Baseada em uma agenda semanal de compromissos, esta grade servirá para avaliar a rotina do cliente, especificamente as atividades – suas intensidades, durações e diversificações – que este cliente realiza, para que possamos sustentar a intervenção em cima do cotidiano dele, seja para clarificá-lo ou confrontá-lo. Agendando atividades Muitos pacientes relatam um número estarrecedor de cognições autodepreciativas e pessimistas em momentos em que estão física e socialmente inativos. Criticam a si mesmos por serem "vegetais" e isolarem-se de outras pessoas. Paradoxalmente, eles podem justificar seu isolamento e evitação com base no fato de que atividade e interação social não têm sentido, e que eles são uma carga para os outros. Deste modo, eles afundam em passividade e isolamento social crescentes. Além disso, não é incomum que o paciente deprimido interprete sua inatividade e isolamento como evidências de inadequação e desamparo e, assim, complete um círculo vicioso. A prescrição de projetos especiais baseia-se na observação clínica de que os pacientes deprimidos consideram difícil assumir ou concluir tarefas que eles realizavam com relativa facilidade antes do episódio depressivo. Eles são propensos a evitar tarefas complexas ou, se de fato tentam realizar tais tarefas, tendem a ter considerável dificuldade em atingir seu objetivo. Tipicamente, o paciente deprimido evita o projeto ou para de tentar logo depois de encontrar alguma dificuldade. Suas crenças e atitudes negativistas parecem estar por trás de sua tendência de desistir. Os pacientes frequentemente relatam: "É inútil tentar", pois estão convencidos de que falharão. Quando se engajam em atividades direcionadas a metas, eles tendem a magnificar suas dificuldades e minimizar sua habilidade para superá-las. O uso de agendas de atividades serve para neutralizar a perda de motivação, inatividade e preocupação do paciente com ideias depressivas. A técnica específica de programar o tempo do paciente de hora a hora tende a manter um certo nível de atividade e prevenir uma recaída à imobilidade. Além disso, focalizar tarefas específicas orientadas a metas dá ao paciente e ao terapeuta dados concretos, a partir dos quais é possível embasar avaliações reais da capacidade funcional do paciente.

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Elaborando Seu Currículo

A elaboralção de seu Curriculum Vitae deve finalizar de processo de auto-avaliação e redefinição de estratégia para a busca de oportunidades. Um Curriculum Vitae bem elaborado reflete a importância do seu passado e expressa com objetividade as suas intenções e objetivos futuros, deve ser a expressão do que quer construir nessa nova etapa de carreira que se inicia. Nesses termos, dever ser o mais próximo de um “retrato” que produz com fidelidade o seu perfil profissional, que foi construído ao longo de sua trajetória, assim como focar interesses futuros. A objetividade deve ser a tônica na elaboração do mesmo, deve ser claro para despertar interesse e suficiente para nortear uma entrevista. Não tente detalhar demais porque pode ter efeito contrário, as pessoas que os analisam podem perder o interesse durante a leitura. Na medida do possível, cuide que seja personalizado, transmitindo para cada situação a sensação de que foi feito visando atender o objetivo da mesma e com exclusividade.

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Testes TDAH

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Aprendendo a Trabalhar

Para conhecimento, alguns hábitos ruins e que devemos evitar para sermos profissionais melhores. Um profissional é o somatório de sua genética com o que aprendeu na família, na escola, na comunidade e nas empresas onde trabalhou. Tenho conhecido muitas pessoas com genética boa, mas com maus hábitos, o que acaba por prejudicá-las em suas carreiras. São pequenas mas desagradáveis atitudes que atrapalham muita gente e que acabam por desqualificar bons funcionários. Não basta ter conhecimentos técnicos ou gerenciais, é necessário APRENDER A TRABALHAR. Raramente se ensina para alguém como trabalhar e isto independe da atividade de cada um. Vale para qualquer profissão. Vejamos alguns hábitos muito ruins e freqüentes em nossos profissionais:

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Roteiro de Auto-avaliação

O roteiro abaixo visa sistematizar para você, a partir da sua trajetória profissional, os aspectos importantes que sustentarão a escolha de um novo “personagem" e o papel que ele deve representar nesse cenário das relações de trabalho, a partir do seu desligamento da empresa em que está empregado. QUADRO 1: Evolução 1. Linha Biológica: aspectos de sua saúde, qualidade de vida e energia. No espaço abaixo você deve traçar o seu quadro de vida, tomando como ponto de referência a evolução da sua carreira desde o início até o presente momento. Você utilizará, para este trabalho, quatro linhas diferentes (utilize cores diferentes para cada uma): 1. Linha Biológica: aspectos de sua saúde, qualidade de vida e energia. 2. Linha Intelectual e Técnica: seu desenvolvimento e conhecimento dentro de sua vivência profissional. 3. Linha Afetiva e Social: seu grau de satisfação nas relações com as pessoas que o cercam. 4. Linha do Capital: a variação de seu patrimônio, dos benefícios monetários e o valor de mercado de suas competências. Fases da carreira: Absorção, Afirmação, Consolidação Dependendo da fase da carreira em que você está, as suas oportunidades, tipos de decisões e vinculações deverão ter estratégias diferenciadas. QUADRO 2: Autorreflexão Quem sou eu? No espaço fornecido abaixo, relacione 10 adjetivos que você ache que o descrevem bem. Exemplo: inteligente, tímido, confiante, agressivo. Como eu gostaria de ser? No espaço fornecido abaixo, relacione 10 adjetivos que você gostaria de poder usar para descrever a si mesmo. Coisas que eu faço. No espaço fornecido abaixo, relacione 10 atividades de cunho pessoal ou profissional que você é capaz de realizar eficientemente, presentes no seu know-how disponível. Coisas que eu gostaria de aprimorar. No espaço abaixo, relacione 10 atividades de cunho pessoal ou profissional para as quais você gostaria de tornar-se mais proficiente. Avaliação do meu momento atual São sentimentos presentes no momento atual da minha carreira: São estímulos que geram satisfação em meu momento atual na carreira: São circunstâncias que me geram insatisfação e se constituem em desafios para mim: QUADRO 3: Objetivos Eu quero em relação a minha carreira: Fatores para verificação de objetivos: Verifique se o seu objetivo atende aos seguintes requisitos de boa formulação. Para que seu objetivo seja eficaz, ele pode ser avaliado nos seguintes pontos: • Um objetivo que cubra as quatro áreas de impacto em sua vida: biológicas, intelectual/técnica, afetiva/social e de capital. • Um objetivo deve ser sempre fixado de forma construtiva. Se o seu objetivo é não ser mais assim ou não fazer mais tal coisa, mude seu foco para como você quer ser e o que você quer fazer. • Um objetivo deve estar sob o seu controle (deve depender de você). Esteja atento a evidências que permitam verificar para onde está caminhando, se a direção e o tempo estão corretos. Defina sempre os prazos, os resultados esperados e, sobretudo, a maneira como você irá monitorar tudo isso caso alguma alteração de curso seja necessária. Revisão de Objetivos: Se você considera que seu objetivo já está bem definido, mantenha-o registrado no espaço acima. Se você pretende redefini-lo ou considerar algo importante, utilize o espaço abaixo. QUADRO 4: Oportunidades Construindo o seu futuro, sintetize os aspectos apontados por você durante a sua autoanálise: Construa agora as suas novas perspectivas, respondendo as perguntas abaixo: Quais as mudanças que podem ocorrer na minha trajetória nos próximos anos? Como me preparo e me antecipo para elas? Que alternativas de carreira eu tenho? Que alternativas de carreira eu desejo? Depois, preencha: Meus primeiros passos: Evolução da minha trajetória:

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Cuidados nas Redes Sociais

Basta uma simples pesquisa pela rede de microblog para encontrar reclamações sobre chefes e a rotina profissional, além de revelações perigosas sobre os comportamentos considerados inadequados no ambiente corporativo – ouvir música ou acessar a internet para diversão instantes depois de o supervisor sair do ambiente de trabalho. Muitos desses depoimentos indicam apenas deslizes momentâneos. Mas há quem torne sua vida profissional uma verdadeira novela a ser literalmente acompanhada por uma plateia sem rosto no Twitter. De forma geral, as declarações são negativas e podem prejudicar a imagem do profissional, decidir resultados de um processo seletivo e causar até demissão. Por exigir conhecimento das redes de troca de mensagens (Orkut, Facebook e Twitter) a prática de falar mal do trabalho, ou de colegas profissionais, em fóruns na internet é mais comum entre jovens de até 25 anos, que estão no início de carreira. “É a geração Y (nascidos pós 1982), que desconhece hierarquias e o impacto que ações como essa podem ter na sua carreira. O fato de estar começando a carreira torna a prática mais grave, pois o profissional está sendo analisado por seu comportamento, não por sua experiência anterior”, explica Bruna Dias, consultora da DMRH, de recursos humanos. Para os especialistas, é fundamental bom senso quando for usar redes sociais para fazer comentários profissionais. “A discrição é cada vez mais um requisito contra a exposição sem limites impulsionada pelo ambiente virtual”, diz Patrícia Fadini, gerente da consultoria de Ricardo Xavier Recursos Humanos. “Desabafar pela internet é um perigo. Prefira sempre a velha conversa no café.”

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